sábado, 16 de janeiro de 2010

Cajón del Maipo, Chile,


Passos curtos, cansados, despreparados, trilhando um caminho tortuoso até alcançar a meta definidora de toda a ação, meta recém-imposta, nada que viesse de tempos atrás, nenhum desejo de criança: nada além de um empurrão das forças do acaso, e la estava eu, a 3.000 m de altitude, inesperadamente, aos pés de um gigante de gelo, em pleno janeiro, no hemisfério sul, nem tão longe assim, gelo, queimando a mão, teimando em não se desfazer, em não abrir espaço, defendendo a sua condição de gelo.

Eu recomendo.

7 comentários:

Fernanda Sais disse...

Que coisa mais *linda*!

Rodrigo disse...

Eu também recomendo!

Dıėgo disse...

Não tinha nome melhor. Lilian Rennt.

Marina Fernanda disse...

Los paisajes son hermosos, qué ganas de estar ahí!!! Me traen recuerdos de mi infancia.

Roberto disse...

massa esse lago... :)

Diego disse...

Incrível como algumas pessoas conseguem transformar gelo em poesia.

sem nome disse...

Sensacional.
O texto e a imagem.